Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 12/06/2020

Não restam dúvidas de que as discussões sobre a fuga de cérebros no Brasil, confirmam a importância da questão na atualidade. A falta de alicerces, em um campo medíocre de nosso país, e a falta de investimento na área de pesquisas, exportem nossas “jóias” de graça para o exterior.

Inicialmente, a falta de alicerces em nossa medicina, ou seja, a falta propriamente dita de apoio em nossas bases escolares, pela escassez de suprimentos, as quais são formadoras, em específico, as de medicina, desincentiva a manutenção dessa peças, que são de total importância para os avanços desta área fundamental.

Vale lembrar também, que os contingenciamentos feitos nas pesquisas da medicina estudantil, desacelerou, o que poderia ser, mesmo em meio a uma crise financeira, um garimpo, que consequentemente, traria uma direção a ser tomada, evitando custos excessivos, e fazendo com que, permanecessem os nossos “rookies” da medicina, os quais, deixam nosso país com extremo pesar, pois sabendo que existem outros semelhantes tão promissores quanto, fariam de certa forma, uma estrutura que viria a calhar por gerações futuras.

Portanto, as medidas a serem adotadas nesse campo mediano e a falta de injeção financeira, em meio a uma crise econômica, que se arrasta por anos, deve acontecer de forma natural, com mudanças de uma cultura, a qual ainda não tem olhos para duas das áreas, que juntamente com outras, formam o país forte economicamente. Os olhos deveriam se voltar com olhares clínicos, assim como de um investidor olha para uma ação, para os nossos jovens da medicina, levando os mesmos a ficar e desenvolver os seus trabalhos no seu país de origem, e parar com o pensamento de que com hospitais não se faz copa do mundo.