Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 10/06/2020
Após a Revolução Industrial,ocorrida na Inglaterra,ao final do século XVIII,vários outros países seguiram esse exemplo,ou seja,passaram a investir,fortemente,em centros de pesquisas científicas.Entretanto,o Brasil só passou a ter uma visão maior nessa revolução,ao decorrer do governo Vargas,por volta de 1930.Diante disso,hodiernamente,o Estado vem sofrendo alguns desafios no combate à fuga de cérebros devido à negligência governamental e pouca disponibilidade de recursos nas universidades.Destarte,é visível que essas teses precisam ser discutidas e solucionadas.
Mormente,é indubitável,de fato,que há no Brasil, uma grande negligência governamental em relação à área da educação.Sob esse viés,pode-se mencionar,por exemplo,uma notícia divulgada pelo G1,na qual informa que,no ano de 2019,foi cortado mais de sete mil bolsas de pesquisadores com doutorado e pós-doutorado,além disso,suspendeu a concessão de novas bolsas.À vista disso,fica claro que a falta de apoio financeiros nas faculdades brasileiras junto com a pouca cobrança,por parte da sociedade,a qual deveria cobrar os governadores uma maior visibilidade aos pesquisadores das instituições nacionais,faz com que milhares de estudantes migrem para outros Estados,os quais oferecem uma boa recompensa e universidades com estruturas adequadas.Dessa forma,é explícito que algumas medidas precisam ser tomadas em prol do combate a essas causas da fuga de cérebros no país.
Em segundo lugar,de acordo com o pensamento de Mahatma Gandhi,temos de nos tornar a mudança que queremos.Todavia,não é o que acontece no Brasil,em outras palavras,o país tem o propósito de combater à fuga de cérebros,mas não tem tomado as devidas providências para esse objetivo se tornar realidade.Sob essa perspectiva,pode-se citar,como exemplo,a falta de uma estrutura adequada para os estudantes desde o ensino básico até o ensino superior,além do mais,a escassez de recurso para as pesquisas,na qual já apresentava pouco mais de oito bilhões de reais,em 2014, e foi reduzido para três bilhões e meio,no ano 2018.Esse é o segundo fator que implica a saída dos estudantes brasileiros do próprio Estado,no qual afeta,não apenas com a perda de um(a) pesquisador(a),mas também na arrecadação de impostos,já que muitos deles declaram a saída definitiva para evitar a bitributação.
Fica evidente,portanto,que são basilares algumas soluções para coibir à fuga de cérebros no Brasil.Ou seja,é preciso que o Governo Federal com apoio dos governadores estaduais incentive aos estudantes a ficarem no país,por meio reformas nas escolas,compra de materiais adequados para cada especialidade.Essa solução tem o dever de estimular a continuarem no Estado,outrossim,o de oferecer recursos para facilitar o trabalho.Em adição,os prefeitos municipais,valorizando cada aluno,por intermédio do oferecimento de bolsas de estudos.Assim,o país terá um grande avanço educacional.