Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 11/06/2020

São Tomás de Aquino defendeu que todas as pessoas devem ser tratadas com o mesmo grau de importância. Entretanto, no hodierno brasileiro a questão da fuga de cérebos do país contraria o ponto de vista do filósofo, tornando-se um desafio. Nesse sentido, é necessário uma anáise detalhada a respeito desse tema que tem como as principais causas: a existência de um sistema educacional antiquado e falta de investimento em ciência.

A priori, é necessário destacar o pensamento do filósofo francês Foucault a respeito dos sistema educacionais , que segundo ele, é uma prisão individuos e de idéias. Nesse sentido, o sistema brasileiro se assemelha ao proposto pelo filósofo, em que há dificuldade fomentar consciencia crítica dos alunos e dificuldades de ensino, já que mais de 6% da populaçao é analfabeta no Brasil, segundo dados de 2018, do instituto brasileiro de geografía (IBGE). Isso evidencia a causa da fuga em massa de cérebros do nosso país para buscar melhores oportunidades em países mais desenvolvido como, Estados Unidos ou Inglaterra, detentores de ótimas escolas e universidades.

Ademais, outro fator atenuante para a crise da fuga de cérebos do país é a falta de investimento, já que a base de um sociedade capitalista é o capital, como explicam os filósofos como marx. Nesse sentido, não direcionar a renda para escolas e universidade para formentar a ciência torna a solução desse problema mais díficil, além de ser o único caminho pelo o qual realmente o Brasil poderia se desenvolver e torna-se uma potência. Faz-se, portanto, necessário o investimento nessas conjuturas vistos o benefícios que elas podem promover e fazer com que se produza ciência em território nacional, acabando com a dependência da tecnológica de outros países e por conseguinte a fuga de cérebros.

Portanto, cabe ao Ministério da Educação (MEC) em parceira com Governo Federal aumentar o investimento em ciência nas universidades. Por meio da assinatura de um pacto pela fomentação ciência em território nacional em que fica evidente a quantidade de recursos destinados para instituições de ensino, assim como o comprometimento da compra de equipamentos sofisticados, afim de que se evite a fuga de cérebos do Brasil para outros países em busca de universidades com mais recursos ocasionando a perca de pontencial cientíco no país. Fazendo isso espera-se que o nosso país não só se torne mais independente tecnologicamente, mas também uma potencia científica do século atual.