Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 12/06/2020

A industrialização no Brasil foi historicamente tardia, sendo considerado um país emergente. Assim, enquanto a Europa vivia sua primeira revolução industrial, o território brasileiro ainda estava no regime da economia colonial. Dessa maneira, o seu desenvolvimento ainda está em andamento, contudo, devido a má administração do governo em não financiar pesquisadores brasileiros, a pátria entra em decadência.

A priori, é fundamental o governo estabelecer recursos para pesquisadores, a medida em que eles são responsáveis por melhorar o país. Essa afirmativa é acertava pelo fato que ela é responsável pelo desenvolvimento da humanidade em vários aspectos, como a medicina, no entanto, por mais difícil que esteja a situação, ela não pode ser sacrificada, pois ela é que pode tirar a sociedade de uma situação precária, diz o doutor Constantino Tsalis, pesquisador emérito do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas no Rio de Janeiro. Logo, não havendo apoio do Estado, esses cérebros brilhantes “fogem” para outros lugares que o apoiem, logo, possibilitando desafios conflituosos para o território de origem.

Em corolário a esse processo, o governo brasileiro negligência investimentos em pesquisas para o desenvolvimento do país, possibilitando a fuga desses cérebros para outro lugar que os valorizem . Esse contexto condiz com a realidade de Eduardo Farias Sanches, no qual se graduou em fisioterapia, em seguida foi ofertado com uma bolsa de excelência pelo governo suíço, para desenvolver um projeto de pesquisa. Finalmente, esse problema necessita de uma solução, porque o Brasil fica dependendo de tecnologia de ponta desenvolvia em outro território e isso trás problemas para a economia, como o aumento da inflação, perturbando o cotidiano da sociedade.

Portanto, a fim de combater os desafios à fuga de cérebros no Brasil, deverá haver o projeto “Mentes brilhantes”. Dessa forma, caberá ao Governo Federal realizá-lo com investimentos, utilizando parte dos impostos, em áreas científicas para que possam ter recursos necessários afim de desenvolver suas pesquisas e contribuir na melhoria da sociedade, como a medicina, permitindo uma vida mais duradoura. Além disso, ONGs terão o papel de ajudar em promover maior engajamento na população com aulas interativas em lugares públicos e distribuir panfletos, que contenham informações sobre a importância da tecnologia no país, com o propósito de uniformizar a inclusão das pessoas no meio científico. Assim, o histórico do desenvolvimento tardio do Brasil será revertido.