Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 08/06/2020

Na época do Renascimento europeu -uma revolução artística e cultural antagônica às ideias da Idade Média, trazendo para a sociedade um pensamento mais racional do que teológico- foi onde surgiram as primeiras grandes mentes da ciência moderna. Com o passar dos séculos, o conhecimento humano evoluiu bastante, progredindo o crescimento das nações. Entretanto, no Brasil, está tendo a situação das jovens mentes brilhantes deixarem o país para continuar os estudos em outros países, e isso se deve a duas problemáticas: um menor desenvolvimento cientifico do país aliado à falta de investimentos pelo Estado brasileiro na questão ciência e educação.

Primeiramente, uma sociedade sem a influência da ciência, progride de maneira bem mais lenta em relação a outros povos. Isso pode-se relacionar a uma tese de Nelson Mandela, ele dizia que a educação é a arma mais forte para mudar o mundo, pois de fato o método mais avançado para melhorar as condições de um determinado lugar é a educação. Porém, atualmente no Brasil essa realidade é outra, porque a ausência de estímulos para apoiar os cientistas promove gradativamente a saída destes para outros territórios, com isso acaba por retardar o desenvolvimento de um país como um todo, já que a ciência neste local terá migrado para outras nações.

Além disso, essa fuga de cérebros se deve, principalmente, ao fato de que o Estado brasileiro não investe como deveria nos métodos científicos bem como na educação em geral. Em relação a isso, uma antiga frase bíblica dizia que a educação, dependendo do momento, pode significar uma maior tristeza do que alegria. Tomando como base essa afirmativa, caso o Brasil continue perdendo suas mentes brilhantes, mostrará que o método educacional não adianta de nada, visto que o investimento nos polos científicos não corresponde ao aprendizado obtidos pelos mestres e doutores cientistas, pois se o gigante da América do Sul não pode oferecer uma boa base de pesquisa, outras nações podem, então, por uma questão de oportunidade, essas pessoas contribuirão para o Estado que mais lhe ajudarem nos estudos.

Portanto, a fuga de cérebros no Brasil pode ser combatida caso o Ministério da Educação e o Ministério da Economia, este aliado ao Ministério do Planejamento, em conjunto, promovam verbas e disponibilizem para os campis científicos, como Universidades e Laboratórios, e que também ofereçam métodos para que não haja prejuízo em nenhuma parte, com isso aumentará e muito as chances dos cientistas brasileiros retornarem suas pesquisas para o país natal, pois haverá um incentivo a seus estudos, isso tudo a fim de proporcionar uma melhor evolução tanto para a ciência como para a sociedade em geral.