Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 12/06/2020
No século XXI, é observado que o Brasil tem falta de investimento, desvalorização da ciência e péssima infraestrutura, com isso impulsionam brain drain. O termo inglês significa a saída de cientistas de um país para trabalhar em instituições estrangeiras. Contudo essa situação vem sendo prejudicial, pois afeta todo o desenvolvimento da pátria.
Em primeiro plano, as políticas públicas em relação a ciência sofre declínio. Em 2019, umas das medidas do governo do presidente Bolsonaro foi cortes de verbas nas universidades públicas, que provocou repercussão no Estado. Dessa maneira, o pesquisador não tem condições de realizar suas pesquisas e que resulta a fuga.
Em segundo plano, em 2020, o mundo está sofrendo com a terrível pandemia do covid-19, cuja doença acarretou muitas mortes. Se o Brasil não cortasse verbas para educação e valorizarem os estudos, haveria solução mais rápida de evitar o corona vírus. Sem a ciência de boa qualidade não há saída para crise.
Defende-se que o Ministério da Ciência e Inovação tome medidas imediatamente, visto que a falta do conhecimento afeta todos os aspectos do território e por consequência a fuga de cientistas. É imprescindível que criem mais leis públicas, reconhecer a importância da pesquisa e investir mais na ciência. Desse modo, o Brasil estará mais desenvolvido.