Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 11/06/2020
Fuga de capital humano (também referida como a fuga de cérebros, ou pelo seu termo em inglês, brain drain) é uma emigração em massa de indivíduos com aptidões técnicas ou de conhecimentos, normalmente devido a fatores como conflitos étnicos e guerras civis, falta de oportunidade, riscos à saúde e instabilidade política nestes países. Diante a isso, o majoritário grupo de intelectuais sofrem com a grande desvalorização e falta de investimento que há no território brasileiro, incluindo também, a diferencia de qualidade de vida proporcionada por ambos dos países.
Em primeira instância, é válido lembrar que “25% dos brasileiros com doutorado, e 35% dos que têm mestrado, estão desempregados ( levantado em 2014 pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos do Ministério da Ciência). Isso mostra a grande desvalorização que há para essas mentes brilhantes. Mostrando que dessa maneira, o território brasileiro nunca chegará a um nível de primeiro mundo, por não desenvolver esses “pilares”, que são essas mentes extraordinárias. E com isso, vale ressaltar que segundo dados de 2018 da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em países como Japão, EUA e China, mais de 60% do total de seus pesquisadores estão alocados em empresas, já no Brasil, esse percentual é de apenas 18%.” Demonstrando como a falta de investimento é devastadora no país. Perdendo assim todos os benefícios propostos pela inteligência humana brasileira para outros países.
No último capítulo da série Elite, a personagem Nádia, está saindo do seu país de origem para pertence a uma nova instituição de ensino superior em Londres. Semelhantemente, vários estudantes brasileiros emigram do país em que pertencem para praticar seus estudos em outros continentes, que por ela, disponibiliza um estilo de vida melhor, um na qual o Brasil não dá, como por exemplo a de moradia e os de recursos financeiros disponíveis para esses alienados. Observa-se que tal cenário é maléfico, pois, com a falta dessas mentes brilhantes que há no país a estrutura econômica e estrutural do território brasileiro venha se autodestruindo aos poucos.
Por fim, o governo brasileiro poderia começar investimento e implantando materiais novos e dando uma retribuição significativa a esses pesquisadores e estudantes, aumentando a vigília para garantir que o ambiente das pesquisas sempre esteja em qualidades adequadas de uso. Portanto, o ministério da educação junto ao da ciência e tecnologia investiria uma fração de dinheiro proveniente de impostos, para verbas a esses institutos de estudos. Assim também, conscientizando a população sobre a ciência e a importância de indivíduos que compartilham seu conhecimento, isso através de publicidades e folhetos. Enfim, com tais medidas, a saída da inteligência humana brasileira seria bem menor.