Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 11/06/2020
Na obra ‘‘Utopia’’ do filósofo Thomas More, uma sociedade perfeita e integra é apresentada ao leitor. Porém, é totalmente necessário que para chegarmos nesse meio de vida perfeito, doutores, filósofos e sociólogos possam estudar o mundo atual e procurem solucionar os problemas que enfrentamos no cotidiano. Nessa esteira, percebe-se que a fuga de cérebros no Brasil é um reflexo não só da falta de investimento em pesquisas, mas também, do baixo ensino público.
Em primeira análise, vale observar a falta de financiamento para pesquisas de cunho científicos. De acordo com uma pesquisa feita pelo UOl, o investimento em educação no Brasil diminuiu 56% em 4 anos. Por conseguinte, o país acaba ficando poucos recursos para tecnologia e projetos, isso faz com que os estudantes prefiram estudar em solo internacional.
Em segunda análise, é visível o descaso com o ensino público em solo nacional. Segundo a revista Êpoca, mais de 65% dos alunos do 5 ano do ensino fundamental não sabem reconhecer uma figura geométrica, o caso só piora, segundo a mesma pesquisa 90% dos alunos do 9 ano não sabem converter de centímetros para metros. Certamente isso é um grave problema, já que para ingressar no ensino superior é obrigatório uma boa base de nível fundamental e médio.
Desse modo, é totalmente preciso que providencias sejam tomadas para resolver os poucos recursos em universidades e o descaso com a educação pública. O governo, deve buscar a resolução dos problemas financeiros em universidades, por meio de financiamentos. Com a finalidade de ajudar bons projetos o Governo deve formar parcerias com bancos e investidores, assim não vai faltar verba. Buscando melhorar o ensino público, os Estados devem fiscalizar a educação por meio de programas. Uma equipe de servidores deve aplicar provas e acompanhar as escolas de perto, visando melhorar o ensino. Com a execução dessas medidas, será possível se aproximar da sociedade criada por More.