Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 15/06/2020

Ao contrário do que muitos acreditam, ocorre constantemente, uma fuga de cérebros no Brasil; Essa expressão, faz menção aos profissionais que atuam no mercado de trabalho, de um alto conhecimento em seu meio de atuação. Eles migram de países com poucas oportunidades laborais, para países de primeiro mundo, que frequentemente tem mais oportunidades de trabalho; entre esses migrantes, estão muitos cientistas, de acordo com o relato de acadêmicos ouvidos pela BBC News Brasil. Mas, por que isso ocorre? e como resolver?         Primeiramente, é necessário ressaltar a desvalorização que o governo da para a ciência, muitos cientistas saem do Brasil por não ter o apoio financeiro do governo, tendo que as vezes, tirar do próprio bolso para as pesquisas. Como aconteceu com a neurocientista Suzana Herculano-Houzel, que saiu do país, em uma carta, afirma:“ter-se cansado do ambiente que incentiva a mediocridade”, escreveu ela na revista Piauí. ela disse que existe uma carência tão grande no país que ela já teve que tirar dinheiro do próprio bolso para bancar pesquisas. A Receita Federal mostra que o número passou 8.170 em 2011 para 23.271 em 2018. Em 2019, até novembro, 22.549 pessoas fizeram declaração de saída definitiva do país. Em suma, acredita-se que isso acontece porque, trabalhadores enxergam uma oportunidade maior fora do país, tanto para seus cargos, quanto, para eles mesmos.

Dessa forma, crê-se que se, trabalhadores e pesquisadores brasileiros fossem mais incentivados e valorizados pelo governo, não existiria fuga de cérebros no país.