Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 15/06/2020

Comum em países em desenvolvimento, atualmente no Brasil, também há poucos recursos destinados aos campos de pesquisas, desestimulados a inovação, cientistas vistos como irrelevantes, educação regular carente, empresários e líderes políticos desinteressados pela ciência.

Devido a falta de investimento fiscal, os pesquisadores nacionais enfrentam problemas de infraestrutura tecnológicas, mesmo em casos como da Unicamp, depois da privatização tornou-se referência, no entanto ainda está aquém das universidades federais de países desenvolvidos. Uma vez que o estado os limita a uma visão arcaica, alguns estudantes custeiam seus projetos com o próprio bolso, caso da Bióloga Fabianne Ferreira da UFSC, que diz financiar quase 100% das suas pesquisas, principal consequência é a fuga para  outros países a fim de progredirem nos trabalhos, exemplo a neurocientista Suzana Herculano-Houzel, ela trocou a UFRJ pela Uanderbil nos Estados Unidos, disse estar cansada de incentivo a mediocridade. Após a conclusão de curso no exterior, doutores temem voltar as origens, pois retornar, significa por seus valores em xeque.

Outrora, os educadores do ensino regular não capacitados nem munidos para estimular a busca por ciência, visto que, a maiorias das escolas públicas são desprovidas de equipamentos básicos como lousa branca e computadores, realidade explícitas nos pequenos municípios e nas periferias das grandes cidades.

Portanto, urge, maior maior destinação de recursos federais a esses campos, cabe ao MEC cobrar do estado e transmitir pela internet e TV informações a população quanto sapiência é fundamental no combate a violência e redução da desigualdade socieconômica. No âmbito escolar os professores podem alertarem os alunos, apresentando-lhes as deficiências e os benefícios da realização de estudos científicos nacionais  por meio de simulados. Assim ficaria cada vez mais próximo um Brasil com ciência e cientistas.