Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 09/06/2020
“Epidemia, doença de caráter transitório, que ataca simultaneamente grande número de indivíduos em uma determinada localidade.”
“Histeria coletiva, também conhecida por histeria em massa, é o fenômeno sociopsicológico definido pela manifestação dos mesmos ou semelhantes sintomas histéricos por mais de uma pessoa”
Hoje mais que nunca se toma consciência desses termos e o impacto que eles têm socialmente, economicamente ou até mesmo psicologicamente. Como anunciar uma pandemia mundial sem causar uma histeria coletiva? É de se pensar que a ideia de um vírus desconhecido flerta fortemente com a ideia de uma histeria coletiva, pois acho que é o que humanamente fazem ao se deparar com o sentimento de medo. E seria compreensível essa condição, por exemplo, levando em conta que grandes veículos de informação preferem o sensacionalismo á informação crua. Uma matéria informativa não lucra tanto quanto uma matéria que beira a uma tragédia em escala global.
Atualmente no Brasil, por exemplo, é extremamente difícil manter a calma e plenitude diante da desinformação que um país prolifera começando pelo próprio chefe do Governo. Lidar com uma pandemia indo contra tudo que é legalmente e mundialmente recomendado é de se deixar uma população inteira preocupada.
Além de tudo isso percebe-se que a condição social contribui intrinsecamente para a proliferação de um vírus ou não. É de senso comum que o contágio nos aglomerados das favelas vão ser muito mais rápidos e cruéis. Então como lidar com tudo isso de uma forma sensata, coerente e mais que tudo abrangente, pra que não haja um surto coletivo?
É preciso um governo comprometido, que dê a devida atenção a um problema já gravemente confirmado. Medidas de proteção e prevenção. Assistência e fiscalização às mesmas. E quando desrespeitadas que tenham a devida postura e cobrança. Esse é o básico para lidar com tudo sem beirar a loucura.