Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 10/06/2020
Muitos pesquisadores brasileiros saem do país de origem à procura de um trabalho que invista em sua pesquisa e assim possam finalizá-la com sucesso em um ambiente adequado para a atividade em questão, isso é chamado de “fuga de cérebros”. Com este fenômeno as pessoas passam por aspectos positivos e negativos em suas vidas. Veja a seguir alguns deles:
Quando ocorre uma “fuga de cérebros” nada mais é que uma potencial perda de talentos em curso, motivada pela busca de melhores condições de trabalho no exterior. É preciso ser descrito os aspectos envolvidos nesse tema. Primeiramente, como aspecto negativo sobre o assunto pode ser citado o fato de que se já existem poucos profissionais no Brasil, com esta fuga, o Brasil perde muito mais profissionais com conhecimento elevado, mas nem todos tem esta oportunidade de ir para o exterior, isso só serve para pessoas que têm ensino de educação elevado. Contudo, há também aspectos positivos como, por exemplo, as pessoas que saem de seu local de trabalho e vão para o exterior, estabelecendo contato e assim ajudando os profissionais de seu país de origem e a oferta no exterior de opções adicionais de trabalho justamente quando elas estão escassas no Brasil.
Analisando profundamente o tema em questão, conclui se que é preciso que o Governo reavalie suas atitudes frente à necessidade de profissionais das áreas de ciência e tecnologia para que essa crise de “fuga de cérebros” possa ser revertida. Maior investimento e maior credibilidade ao profissional, proporcionando maiores financiamentos em ciência através de uma reeducação de valorização desses profissionais e suas respectivas áreas. Ciência não é “luxo”, é necessidade.