Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 11/06/2020
Fuga de cérebros
Ao analisar os dados estatísticos de saída de brasileiros para o Estados Unidos, de 2011 com 8170 pessoas para 2017 com 21236 pessoas, verifica-se um aumento considerável de emigração, dentre eles estão os cientistas que buscam melhores oportunidades, este movimento é conhecido como fuga de cérebro.
Esta emigração geralmente ocorre de países subdesenvolvidos para países desenvolvidos e tem tornado-se comum e já vem sendo estudado pela Geografia, no entanto, tem-se poucos dados estatísticos de quantos doutores estão buscando outros países para desenvolver sua ciência. Os números são desconhecidos, todavia suas razões são bem conhecidas.
A fuga de cérebro ocorre devido a busca de maiores incentivos para pesquisa, melhores emprego e maiores salários. Não podemos discriminar estes profissionais afinal houve um grande investimento de tempo e dinheiro para alcançarem seu nível acadêmico e o reconhecimento poderia vir em seu próprio país, no entanto, isto não acontece. O Brasil deveria melhorar suas políticas de incentivos a profissionais tão graduados, investir em pesquisas, ampliar empregos e melhorar os salários seriam formas de segurar nossos doutores.
Esse desafio de combater a fuga de cérebro no Brasil pode tornar-se um problema do passado, e doravante tornar-se um país atrativo de cérebros, havendo investimentos e incentivos adequados, ademais leva-se em consideração que a maioria dos emigrantes só se ausentam de sua terra devido a melhores oportunidades e levam no peito a saudade de sua pátria-mãe.