Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 12/06/2020
Segundo o jornalista irlandês, George Bernard Shaw, “O progresso é impossível sem mudança; e aqueles que não conseguem mudar as suas mentes não conseguem mudar nada”. De fato, ele estava certo, pois à fuga de cérebros do Brasil não é um problema atual. Desde a vinda de portugueses para o Brasil, em busca de melhores condições de vida. Analogamente, na hodiernidade, as dificuldades ainda persistem, seja por falta de investimento, seja por escassez de apoiadores.
A elaboração da Constituição Federal, foi baseada, no bem-estar social para todos os indivíduos, incluindo os mais estudiosos, como os profissionais da saúde. Entretanto, é notório que o Poder Público não exerce o seu papel enquanto agente fornecedor de direitos mínimos, uma vez que os profissionais necessitam emigrar internacionalmente em países para se profissionalizar e descobrir novos métodos e teorias para a atualização da medicina. Dessa maneira, percebe-se que essa inaceitável questão de indefensabilidade dos profissionais, configura uma desvalorização imensa que deve ser modificada.
Ademais, destaca-se o fator de migração como mais um desafio a ser combatido. Todavia, faltam medidas afetivas por parte das autoridades competentes, capaz de acreditar em novas descobertas para o ser humano. Isso, coincide ao pensamento de Zigmunt Baumam de que “não são as crises que mudam o mundo, e sim nossa reação a elas”, ou seja, esse conceito encontra-se corrompido no país, à medida que os investimentos destinados à saúde só decrescem.
Certamente, medidas são necessárias para reverter essa situação. O Ministério da Saúde deve aperfeiçoar o descobrimento de curas na área da saúde, por meio de um projeto de lei a ser entregue à Câmara dos Deputados. Nele deve constar que qualquer profissionais de saúde apto à novas descobertas, o governo deve arcar com as dívidas, a fim de melhorar o país com novos métodos sem o gasto dos responsáveis, com essa medida espera-se que o descobrimento de diversas doenças fatais.