Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 15/06/2020
É de conhecimento geral que a fuga de cérebros no Brasil é um evento cada vez mais recorrente nos dias atuais. A cada ano o índice de imigração para países desenvolvidos aumenta gradativamente, e isso se torna um grande problema para o desenvolvimento tecnológico nacional.
Então, é necessário entender porque o incentivo a novas tecnologias e a ciência é tão importante para o desenvolvimento de um país emergente como o Brasil. A tecnologia é atualmente a coisa mais importante no mundo, grandes países europeus e asiáticos já investem em larga escala em seu desenvolvimento e conseguem, dessa maneira, alcançar um pleno crescimento econômico, o que atrai cada vez mais jovens de países onde a tecnologia não é valorizada, como o Brasil. O incentivo a tecnologia gera um desenvolvimento econômico e chama a atenção dos grandes países.
Além disso, é importante também pontuar as razões que dispersam os cérebros brasileiros para outros países. Existem uma gama de fatores, mas alguns dos principais são: o não incentivo para a inovação de tecnologias, a má remuneração profissional, a não disponibilidade de recursos em áreas de atuação, a desvalorização do profissional e também a escassez de oportunidades profissionais no mercado de trabalho. Por isso, ocorrem intensas diásporas para países desenvolvidos, sendo o mais procurado pelos brasileiros o Estados Unidos.
Desse modo, foi possível analisar os desafios enfrentados pelos cérebros brasileiros e também a importância que a tecnologia trás para o desenvolvimento de um país. Uma proposta de melhoria para esse problema seria o desenvolvimento de uma parceria entre o Brasil e as grandes nações tecnológicas, com a finalidade de propor investimentos voluntários para a melhoria do desenvolvimento e da valorização da sociedade tecnológica e científica do Brasil. Esse acordo será realizado entre os Presidentes e Primeiros Ministros dos países em questão e beneficiará a todos, uma vez que a partir desse acordo se criará uma entidade científica em escala mundial e todos os países trabalharão juntos.