Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 15/06/2020

Insuficiente e precária. Esta é a verdadeira adjetivação para a política de investimentos dados a educação no Brasil, onde o estudo é desestimulado por seus governantes, levando o país a ter perdas significativas de seus estudiosos e consequentemente comprometendo negativamente sua área acadêmica de pesquisas.

Podendo também ser chamado  de fuga de cérebros, esse fenômeno é comum entre países emergentes como o Brasil, que destinam seus investimentos a outras áreas; desvalorizando as pesquisas e  a ciência e, automaticamente atrasando seu desenvolvimento em um cenário mundial. Essa situação obriga os estudiosos e  cientistas que possuem um futuro brilhante a se mudarem para locais onde serão valorizados não só monetariamente, mas profissionalmente.

Diante disso, é necessário ressaltar a importância da educação, sem ela não há avanços e mudanças, e é por meio delas que um país se sobressai, como já dizia Nelson Mandela: “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo.” e é esta arma que o Brasil precisa focar no momento para não se prejudicar ainda mais.

Portanto, o governo deve, por meio de maiores investimentos em ciências e na educação, estimular a realização de pesquisas, ao construir mais centros laboratoriais que fornecerão o devido material para a conclusão das mesmas;  Além de aumentar a bonificação para aqueles que já estão contribuindo com suas descobertas ao país, com a finalidade de evitar a fuga de cérebros.