Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 16/06/2020

O anti-semitismo na Europa, em meio a Segunda Guerra Mundial, provocou a emigração de inúmeros cientistas daquela região, dentre eles Albert Einstein e Niels Bohr. Não distante dessa realidade, o Brasil apresenta um enorme fluxo negativo de cientistas, limitando o desenvolvimento de tecnologias nacionais. Meio a isso mostra-se necessário que esse fluxo seja revertido.

Sob a perspectiva de um mundo globalizado repleto de Royalties, a produção científica autônoma nunca esteve tão importante. No entanto a sociedade brasileira está acomodada em usar tecnologias importadas e ser preconceituosa com tecnologias nacionais. Tal antipatia desemboca em um ambiente desestimulador de pesquisas, aumentando as chances da saída de especialistas do território nacional, onde esses se sentem desvalorizados.

Segundo Steve Jobs, a tecnologia move o mundo. Entretanto na sociedade brasileira encontramos algo que vai contra tal pensamento: a falta de verbas e estruturas. Os desesperadores cortes de verbas feitos pelo atual Governo agravam ainda mais a situação precária do ambiente científico, quase que expulsando os cientistas e fazendo com que o sonho dos mesmos seja abandonar o país em busca de novas oportunidades.

Portanto, é dever do estado criar propagandas que mostrem a importância da pesquisa nacional, em meios como a Televisão e Internet, com a finalidade de mudar o aversivo pensamento brasileiro sobre a tecnologia nacional. Também é de suma importância que o Governo reconsidere os cortes de verbas, afim de estimular a conservação dos cientistas dado a importância dos mesmos. Desse modo, conseguiremos evitar a saída nossos “cérebros” e, dar um ambiente de trabalho justo para os mesmos.