Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 16/06/2020
Há uma fuga de cérebros (é assim que chamamos os jovens pesquisadores desencantados que começam a emigrar para países onde a ciência e a tecnologia é valorizada) no Brasil, onde vários cientista que já contribuíram para grandes pesquisas deixam o país por ausência de orçamento, algumas vezes tem que tirar dinheiro do bolso pessoal para bancar seus estudos, falta de oportunidades…A Bianca Ott Andrade, o Eduardo Farias Sanches, o Gustavo Requena Santos e a Renata Leonhardt são uns desses cérebros.
Isso já se tornou uma ato comum, que a pesquisadora Ana Maria Carneiro, do Núcleo de Estudos de Política Públicas ( NEPP) da Unicamp está iniciando uma pesquisa que tentará entender as trajetórias de imigração da ciência.
Esses pesquisadores tem um excelente motivos para mudarem de país, imagina você estuda por anos, mais de 15 anos, consegue um trabalho em um centro de pesquisa importante como DuPont, IBM ou até mesmo a Vale, trabalha por um tempo, em meio disso você tem que orçar pela sua própria pesquisa e entra uma oportunidade de trabalho em uma país estrangeiro, onde quase tudo é melhor e escolhe deixar a terra natal, com essas condições foi a melhor escolha sair. É por conta desses ``imprevistos´´ perdemos mentes incríveis, prejudicando a ciência, nossa imagem, que já não é tão boa, nossas descobertas, oportunidades de melhora e um meio ambiente saudável.
O Só que a crise que estamos motiva mais a escolha de sais do mercado nacional e ir em busca de um trabalho melhor fora.Com a saída desses cérebros, o Brasil fica com poucos pesquisadores para a educação motivando cada vez mais a saída da nação brasileira.
Para termos esses cérebros de volta, o governo tem que investir mais na educação para que mais crianças tenham vontade de melhorar, as empresas e o governo procurem gerar centros de pesquisas melhores, com um bom orçamento. A estrutura do país depende de como lidamos com a nossa população e pra isso precisamos dos nossos pesquisadores.