Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 18/06/2020

Com o advento da Revolução Técnico Científica Informacional, durante o século XX, foi possível ao homem aprimorar e criar tecnologias em prol do avanço da sociedade. Contudo, atualmente, a ciência não tem sido valorizada devidamente, sobretudo, por países emergentes, como o Brasil. Por consequência, doutores e cientistas visam maiores benefícios para suas profissões em países centrais, os quais investem pesado em pesquisas científicas. Logo, são necessárias medidas capazes de conter a fuga de cérebros no Brasil.

Em primeiro lugar, é devido a corrente anticientificista, que o Brasil não demonstra sequer interesse em modificar a estrutura acadêmica atual. Com a intensa globalização, ocorrida no século XX, pode-se conseguir informações facilmente. Entretanto, ainda há problemas, com o compartilhamento de dados falsos ao longo das redes telecomunicativas, por exemplo alegações sobre vacinas causarem altismo nos indivíduos. Isso, logo desencadeou num movimento popular anti-vacinas. Da mesma forma, também ocorre com o anticientificismo, o qual adere mais e mais membros, e para piorar, alguns inseridos diretamente na política brasileira.

Em segundo lugar, grandes teóricos, como Albert Einstein, revelam que somente com o desenvolvimento da ciência é que a humanidade pode descobrir mais a cerca do mundo e consequentemente do universo. No entanto, segundo dados do GLOBO, em 2017, houve cortes orçamentários severos no Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Infelizmente, isso leva á uma massiva diáspora de cérebros do país, por conta da falta de apoio de políticos, que preferem acreditar em alegações sem fundamento, do que aprimorar o conhecimento da nação.

É mister, portanto, que o Governo redirecione percentuais de verbas, arrecadadas de impostos pagos pela população brasileira, para pesquisas científicas, bem como para a construção de laboratórios. Para que, dessa maneira, não haja um aumento no êxodo de doutores para conseguirem investimentos no exterior. Assim, o Brasil torna-se-á uma nação melhor.