Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 30/06/2020
Promulgada pela organização das Nações Unida (ONU), em 1948 a Declaração Mundial dos Direitos Humanos, garante a todos os indivíduos o direito à educação, à igualdade e ao bem-estar social. Porém os problemas enfrentados para evitar a saída de pesquisadores do país, impossibilita que determinada parcela da população desfrute desses direitos universais na prática. Diante de tal contexto, é de inercial importância que sejam avaliados os fatores que favorecem esse quadro.
A educação é um fator primordial no desenvolvimento de um país. Hodiernamente, ocupando a oitava posição na economia mundial seria racional acreditar, que o Brasil possua um sistema de ensino eficiente, mas isso não é observado, e os resultados desse contraste social são refletidos nos atos índices de evasão de jovens pesquisadores nos últimos anos. Segundo o site, Fernando Nogueiro Costa, só no ano de 2017 ocorreu a saída de 21. 236 pessoas para dar continuidade a sua vida como um profissional qualificador e por consequência realizar pesquisas e morar definitivamente nos Estados Unidos da América.
Faz-se Mister, ainda salientar a falta de incentivo governamentais principalmente por meio de bolsas, como grande impulsionador do problema. De acordo com o filósofo Immanoel kantt, o homem não é nada além daquilo que a educação faz dele. Assim, é considerado o descaso com a população, o fato de o governo não priorizar o investimento em pesquisa e ampliar as bolsas.
Infere-se portanto, que ainda entraves para solucionar o problema. Unge o que o MEC (Ministério da Educação), direcione recursos, provenientes do Tribunal, de (Contas da União, para instituições de pesquisas, priorizando os Institutos e Universidades Federais, assim a aumentando as vagas de bolsas por meio de editais para pesquisadores. Portanto, tomando essas medidas poderemos alcançar um país melhor e mais integrado.