Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 29/08/2020

É indubitável, que os avanços no campo cientifico são vitais para o desenvolvimento de uma nação comprometida com o progresso. Nesse contexto, a fuga de cérebros no Brasil é crescente e preocupante. De modo que, tal fato é,principalmente, atribuído a falta de interesse popular sobre estudos científicos aliado a ausência de esforços governamentais para a permanência dos profissionais no país.

Em primeira análise, a manifestação popular é de essencial importância para o fortalecimento ações efetivas ao combate da evasão de cientistas  para o exterior. Entretanto, a dificuldade compreensão de estudos científicos causa estranheza a população, tal que se torna inacessível ao publico leigo. Dessa forma, a participação da sociedade torna-se limitada no apoio a melhores condições para  o desenvolvimento da ciência, tal reflete nos altos índices de evasão de cérebros. Por exemplo, dados da Fio Cruz Brasília, revelou que 87% dos brasileiros não conhecem estudos e nem nomes de instituições nacionais cientificas fortalecendo a falta de atuação da população.

Ademais, o governo tem por finalidade promover que o setor de pesquisa tenha recursos e valorização de seu trabalho. No entanto, isto não acontece no contexto tupiniquim em que, segundo dado CGEE (Centro de Gestão e Estudos Estratégicos), as previsões de corte da verba para ciência pode chegar a 25% evidenciando o desleixo e desvalorização governamental em relação aos profissionais engajados no avanço de inovações e tecnologias.Portanto, a estes últimos, as oportunidades e melhores condições em outros países desenvolvidos tornam-se atrativas. Por consequência,o Brasil ao invés de ,por meio do conhecimento, promover o desenvolvimento em várias áreas, como:  saúde, produção de tecnologias,  agropecuária passa a ser dependente de países que inventem neste setores.

Em suma, é notório que há lacunas persistentes no combate a diáspora de especialistas canarinhos. O que ocasiona consequências a toda a sociedade. Desse modo, cabe ao Estado tomar medidas para a resolução da problemática. Para que o progresso seja por fundamento da pátria, urge que o Ministério de Ciências e Tecnologia, por meio de verba estatal, disponibilize para os centros e universidades comprometidos melhores instalações e recursos para o suporte dos estudos, além de melhores salários aos trabalhadores do setor, afim de promover a valorização destes. somente assim, será possível solucionar os desafios para á fuga de cérebros no Brasil.