Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 22/08/2020

A diáspora de estudantes do Brasil é um problema cada vez mais latente em nosso país, o qual, é extremamente maléfico para a formação de um mercado de trabalho capacitado, e, principalmente, para a economia nacional. Tal problema é denominado “Fuga de Cérebros”,sendo provocado principalmente pelo baixo investimento em pesquisas, e pela situação saturada do mercado de trabalho, o que deixa muitos pesquisadores tentados a saírem do país.

Em primeira análise, o aumento na quantidade de desempregados é um fator decisivo para pesquisadores deixarem o Brasil. Dados do Ministério da Ciência, Tecnologia,Inovações e Comunicações, expõem que 25% dos brasileiros com mestrado ,e 35% com doutorado, estão desempregados. Isso mostra, que o Brasil ainda não é um país muito adequado para pesquisadores se “enraizarem” em busca de um futuro promissor.

Outrossim, o baixo investimento no setor de pesquisas é um fator decisivo para a emigração de “cérebros”. De acordo com Indicadores de Ciência, Tecnologia e Inovação, de 2018, o Brasil investiu cerca de 1,28% do PIB na área de pesquisa. Tal investimento, é muito abaixo dos países como China , EUA, Alemanha, França, os quais são os destinos dos pesquisadores brasileiros.

Sendo assim, é necessário que o governo nacional aumente os incentivos à pesquisa, como as bolsas, e também o número de vagas de emprego. Tais condutas, serão de grande valia visando a diminuição da “fuga de cérebros”, do número de pesquisadores desempregados, e por fim, fazendo com que o Brasil se torne um expoente no âmbito das pesquisas.