Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 27/08/2020
Segundo dados estatísticos da Receita Federal dos anos de 2011 a 2018 houve um crescimento referente à fuga de cérebros alarmante de 184% no Brasil, percebe-se então, uma banalização governamental no que concerne esse fenômeno. Dessa forma, observa-se um cenário desafiador, seja em virtude de cortes em bolsas de estudos, seja pelo futuro incerto após a formação acadêmica.
Sob esse viés, pode-se apontar como empecilho cortes em bolsas de estudos em universidades dessa forma gera-se uma maior elitização da educação estorvando o acesso a uma educação de qualidade. Como disse o líder revolucionário e escritor, Nelson Mandela. “A educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo”, nessa perspectiva quanto menos oportunidade de educação se tem, menos o país progride.
Outro ponto relevante a fuga de cérebros é o futuro incerto de jovens e adultos brasileiros no que tange à oportunidades após sua formação, visto uma educação já elitizada e com pouco gerenciamento político é quase que previsível uma maior dificuldade na ingressão no mercado de trabalho, além das más condições de vida. Todos esses fatores corroboram com o fenômeno da fuga de cérebros no brasil, fazendo com que a emigração cresça ainda mais a cada ano, consequentemente deixando em estado penoso o desenvolvimento social e econômico do país.
Logo, medidas estratégicas são necessárias para alterar esse cenário, para que isso ocorra o Ministério da Educação (MEC), junto a controladoria-geral da união (CGU) desenvolvam programas educacionais que visem a distribuição de bolsas de estudo em universidades para quem não tem condições financeiras para custeá-las, além disso desenvolver campanhas de incentivo e geração de emprego nas redes sociais para profissionais capacitados, para enfim configurar nas pessoas uma maior segurança do seu futuro, e manter um bom rendimento econômico no país.