Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 30/08/2020

Em “O Auto da Barca do Inferno”, Gil Vicente, pai do teatro português, tece uma crítica ao comportamento vicioso do século XVI. Fora da ficção, o Brasil do século XXI demostra as mesmas conotações no que se refere a fuga de cérebros no Brasil.

Nesse contexto, torna-se evidente como causas a falta de investimento e o silenciamento.

O Positivismo defende o método científico como caminho para a resolução de problemas da humanidade. No entanto, essa corrente filosófica é contrariada na realidade brasileira atual no que tange ao combate à fuga de cérebros, uma vez que os investimentos em pesquisas nessa área são precários. Assim, como consequência, há a falta de dados que permitam diagnosticar o problema e atuar sobre ele.

Logo, medidas estratégicas são necessárias para alterar esse cenário.

Como solução, o MEC, em conjunto com o Poder Público, deve promover maiores investimentos à bolsa de pesquisas de entidades como a CAPES e o CNPQ, a fim de estimular a produção científica no país. Além disso, em parceria com mídias de grande acesso, tais agentes devem divulgar as pesquisas já produzidas nas redes sociais, através de “hashtags” e vídeos, para que a população reconheça a importância da produção científica e saiba como ela pode promover a solução de enigmas.

Dessa forma, os cidadãos atuarão ativamente na mudança da realidade brasileira.