Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 08/09/2020

Durante a bipolaridade da Guerra Fria, a corrida espacial foi uma mostra do incessante desejo dos países por cientista qualificados, como os da Alemanha.Em contraponto,a problemática tem continuidade no século XXI, por meio de desafios com à fuga de cérebros, emigração de cidadãos com aptidões técnicas.Dessarte, afim de mitigar os prejuízos advindos da fuga de cérebros, os quais reverberam problemas ao desenvolvimento nacional, tornam-se indispensáveis ações estatais e sociais.Outrossim, é prioritária a análise do déficit de incentivo a tecnologia e a ciência e o precário investimento financeiro, ambos coadjuvantes para o progresso social.

No que tange à tecnologia e a ciência, a desmotivação de alunos e professores atrapalham o desenvolvimento de projetos científicos em conjunto.Paralelo a isso, a carência de estímulos a pesquisas desestimulam a intencionalidade de criação e aprimoramento de artigos em território nacional. Concomitante a isso, Fernando de Azevedo, crítico literário, analisa a relação entre o atraso tecnocientífico brasileiro e as políticas coloniais voltadas exclusivamente a exploração econômica. Dado isso, a constância em fuga de cérebros está diretamente ligada ao precário empenho em aprimorar a educação desde o período do colonialismo.

Ademais, a falta de investimento financeiro inviabiliza grandes avanços, já que além das dificuldades do início do processo, a execução carece de meios básicos para continuidade do material de estudo. Consoante a essa perspectiva, o artigo 218 da Constituição Federal exprime acerca da promoção a pesquisas, inovações e capacitações científicas serem responsabilidade do Estado. Nessa perspectiva, são necessários recursos para um consequente avanço e permanência dos cientistas em suas nacionalidades.

Em suma, é indubitável dirimir à fuga de cérebros no Brasil. Portanto, compete ao Ministério da Educação encorajar docentes a fomentar nos estudantes o desejo de ingressarem em participações de projetos científicos, por meio de cursos capacitários e didáticos, os quais instruam os lecionantes a melhor forma de ingressar na área, com o fito de encorajar estudos das áreas ministradas em sala de aula. Além disso, assiste ao Ministério da Ciência e Tecnologia direcionar capital a pesquisas universitárias, por meio da ampliação ao acesso de bolsas estudantis, as quais deem suporte ao pesquisador durante o processo de aprendizado, com o intuito de estimular as inovações. Assim, obter-se-á uma sociedade capacitada a amplitude científica do século XXI.