Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 05/01/2021

O grande desafio do Brasil é combater à fuga de cérebros, em outras palavras deveria manter e intentivar a permanêcia de cientista no país. Porém, a politíca pública faz o trabalho inverso, um vez que no ano de dois mil e vinte houve reduz de verba destinada à pesquisa. Dessa forma, o país perde duas vezes, primeiro as “mentes brilhantes” que vão para outros países, e segundo geram consequências negativas para o Brasil.

Segundo o site O Globo, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) houve a reduz 87% da verba em dois mil e vinte, isso representa retrocesso ao país. Uma vez que gera barreiras em relação ao desenvolvimento pesquisa. Ademais, os pesquisadores muitas vezes tirar dinheiro do próprio bolso para bancar suas pesquisas, para exemplificar, a neurocientista Suzana Herculano-Houzel relata que muitas vezes já precisou bancar suas pesquisas. Assim, a mesma trocou o Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) pela Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos.

Além disso, o investir em pesquisa gera desevolvimento  e crescimento ao país. Porém o Brasil fica em desvantagem em relação aos países desenvolvidos, uma vez que o país não é referência em pesquisa. Assim, com novos cortes de verbas agrava a situação e aumenta a crise interna.

Portanto, as politícas públicas precisarão rever os cortes de verbas do CNPq, porque há necessidade de maior incentivo e investimento. A pesquisa representa desenvolvimento ao país, assim os gestores precisam dar a devida importância a pesquisa ou o país continuará pouco atrativo aos pesquisadores.