Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 28/10/2020

No último episódio, da série Elite, alguns estudantes decidiram sair de seu país, em busca de melhores oportunidades no mercado de trabalho e para conseguirem uma boa valorização por sua carreira estudantil. Atualmente, esse fato não tem sido diferente no Brasil. Trazendo à tona algumas desvantagens para esse meio, como à má valorização desses cérebros no mercado de trabalho. Dessa maneira, convém analisarmos as causas e as consequências e as possíveis soluções para esse impasse.

Primeiramente, vale destacar à má valorização do mercado de trabalho. Nos países como Brasil, isso acontece frequentemente, pois, os estudantes  amedrontam-se com a falta de emprego qualificado, porque são considerados profissionais caros, podendo serem substituídos por mão de obra barata.  Enfatizando isso como umas das principais causas dessa emigração.

Ademais, como consequência dessa problemática, esse estudantes são incentivados cada vez mais à saírem de seu país, em busca de reconhecimento em países desenvolvidos como Estados unidos, China e entre outros. Em uma pesquisa divulgada pelo jornal Hoje em Dia diz que. " Em 2011, a Receita Federal brasileira registrou a saída definitiva de 8,170 pessoas. Em 2017, pelo menos 21,701 saídas definitivas foram registradas, considerando assim um aumento de 165% com a ida dessas pessoas para fora". Dessa forma, o país vem perdendo com esse acontecimento.

Por todos aspectos citados, cabe ao governo realizar campanhas de valorização para esse conceito, por meio de verbas públicas, mostrando a importância dessas pessoas, incluindo também oportunidades de emprego, de acordo com suas especialidades. Aprimorando assim, a conservação e a valorização desses cidadãos em território nacional, ajudando assim à diminuir esses acontecimentos.