Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 29/10/2020

Com a nova constituição federal de 1988, o desenvolvimento nacional é um dos objetivos fundamentais do Brasil. Entretanto, um dos grandes desafios está em manter os notáveis estudantes e pesquisadores da área de ciências no país, em virtude da falta de investimento e reconhecimento.

Inicialmente, é importante mencionar que pesquisas requerem  muito investimento, isso porque são necessários bons laboratórios, equipamento de ponta, tecnologia, profissionais qualificados e tempo. No qual, o Brasil sendo um país em desenvolvimento, prioriza a luta contra a miséria, desemprego, insegurança e saúde. Dessa forma, países como o Estados Unidos tornam-se o destino de jovens promissores e apaixonados pela vida acadêmica, devido o apoio financeiro quase que ilimitado.

Além disso, a falta de reconhecimento é outro motivo para a fuga dos “cérebros no Brasil”. De acordo, com o site Uol, publicada em junho de 2020, o Brasil remunera muito abaixo da média do que é remunerado os cientistas em países de 1º mundo, como Israel e Alemanha. Como se isso não bastasse, o povo brasileiro valoriza muito mais uma conquista futebolística do que uma conquista no mundo da ciência. Diante disso, é evidente que trata-se de uma situação complexa e cultural.

Levando-se em consideração esses aspectos, uma solução viável seria a intervenção do Estado, com o apoio da sociedade brasileira e com recursos de impostos, aumentar os investimentos em educação. Além disso, premiar cientistas por realizações e conquistas e amplamente divulgar nos meios de comunicação. Com isso, reconhecer a comunidade cientifica brasileira ainda em solo pátrio, e assim evitando a diáspora dos tempos moderno.