Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 27/10/2020
A Constituição Federal de 1988, em seu artigo número 205, afirma que a educação e saúde é um direito de todos e dever do estado. Entretanto, essa afirmação não se dá por completa, devido os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil, tais como a desvalorização da ciência e a falta de profissionais da área.
Em primeira análise, é a depreciação sob tal campo, que faz com que aumente os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil. Segundo o G1 o Brasil investe cerca de 1% em pesquisas, o que é um número preocupante para os profissionais desse setor. Em virtude da falta de apoio do governo, acaba faltando utensílios utilizados para tal estudo, o que acaba gerando um setor pouco desenvolvido, por falta de suporte, essa escassez vem deteriorando cada vez mais o estudo da ciência e saúde no país.
Outrossim, é a falta de profissionais da área, que ao se encontrarem cenário cada vez mais caótico, acabam migrando para outro local com mais recursos, assim sendo, os casos de fuga de cérebros só vão aumentando conforme os desafios aparecem. Tal problema acaba gerando um país leigo sobre o assunto, a cientista Helena Nader afirma estar perdendo colegas, pois os mesmos acabam indo embora do Brasil para exercerem suas profissões, por verem tal âmbito entrando em declínio.
Em virtude dos fatos, é visto a necessidade de medidas que acabem com tais problemas. Portanto, cabe ao Governo Federal aumentar as verbas destinadas para o estudo da ciência, através de arrecadações de fundos para essa esfera. Logo, o Instituto de Ciência deve criar projetos de melhoria deste âmbito, por meio de estudos relacionados à inovação de trabalho em laboratórios científicos. Em síntese, diminuirá tamanhos problemas, o que trará ações científicas melhores para o Brasil, prorrogando a fuga de cérebros no Brasil.