Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 02/11/2020
No blog Ensinar e Aprender tem uma carta da Neurocientista Suzana Herculano-Houzel, ela citar as causas que levaram sair do Brasil para trabalhar como pesquisadora no Estados Unidos foi " ter cansado do ambiente que incentiva a mediocridade e a ciência brasileira está agonizante". Assim promover políticas de prevenção como melhorar os investimentos nos projetos científicos e na qualidade do trabalho, são medidas urgentes para erradicação desse fato social em pleno século XXI.
Primeiro, quando o Presidente Jair Bolsonaro e o Ministro da Educação anunciou corte de 5,8 bilhões de verbas destinadas as universidades públicas e programas que incentivam as pesquisas, este quadro retrata um país em que os seus próprios representantes menospreza a ciência. E os profissionais que já trabalham em situações precárias sem o corte de verbas, onde há falta de materiais no laboratórios, infraestrutura desumana no ambiente de trabalho e baixos salários para os pesquisadores.
Segundo, em 2020 uma pandemia mundial o corona vírus que levou mais de 110 mil mortes no Brasil. De acordo com site UOU “cortes na ciência comprometem resposta à covid-19 no Brasil”, um país onde os pesquisadores não tem recursos tende ocorrer a vulnerabilidade quando se trata de estudar algo desconhecido, pois o país fica dependente da exportação de equipamentos médicos, já que os laboratórios não dão contam de testagem ou pela falta de profissionais capacitados.
Considerando os aspectos mencionados, medidas são necessárias para resolução do impasse. O Governo Federal deve criar um aplicativo, de modo que os próprios pesquisadores exigem onde se deve investir na ciência e na infraestrutura no ambiente do trabalho, no intuito de aumentar as verbas designadas a ciência de uma maneira que não gere corrupção, já que os próprios pesquisadores que vão designar onde o dinheiro deve ser aplicado. E o Governo Federal deve aumentar o salário do pesquisadores, afim de reconhecer o que eles fazem.