Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 17/12/2020

No cenário social brasileiro, é comum vermos pessoas do ramo acadêmicos como pesquisadores e desenvolvedores saírem do país para tentar alcançar boas carreiras proficionais, prosperidade financeira e notoriedade em suas áreas de atuação. Um dos maiores motivos que promovem a fuga de cérebro brasileiros é a falta de incentivo em tecnologia, como por exemplo em empresas investidoras nesse setor, ensino superior voltado a esse quesito e cenário científico escasso.

Devido ao nível de escolarização ser baixo no Brasil, o ensino superior e o técnico são diretamente afetados por esse fator, já que, se a maior parte da população não tem perspectiva em entrar nesse sistema de educação, destarte, este fica deficiatário, por conta da falta de contribuintes, tanto quantitativamente quanto qualitativamente.

Outrossim, uma questão a ser levada em conta é o fato de que o Brasil produz matéria prima para outras pátrias desenvolverem as tecnologias (tanto de cunho macro quanto micro) para assim, comprarmos de volta estas máquinas e equipamentos com preços mais elevados; sendo que, se a inversão de função estrutural, isto é, o nosso país parar de exportar commodities e produzir matéria tecnológica, haveria uma maior gama de ofertas financeiras e setoriais para estes profissionais ficarem no país.

Portanto, a saída de trabalhadores altamente qualificados no Brasil é ocasionada pela falta de investimentos no cenário tecnocientífico. Dessa forma, os governos estaduais poderiam facilitar a entrada de instituições privadas, reduzindo impostos e diminuindo burocracias, na área apresentada para que estes grupos possam captar essas pessoas e proporcionar à elas melhor produtividade local, fortalecendo a dinâmica educacional e tecnológica nacional.