Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 27/01/2021
Passagem só de ida
Durante o processo de urbanização no Brasil, ocorrido no século XIX, ocasionou um grande êxodo rural. Pois os camponeses acreditavam que indo para as cidades, apresentando as melhores oportunidades de vida. Depois de um século, ainda nos dias atuais percebemos que este problema ainda aflige o Brasil. Sendo que, cientistas se veêm obrigados a irem para outros países em busca de melhores oportunidades para desenvolver seu trabalho em um ambiente mais favorável à ciência, provocando o chamado, “fuga de cerébros”.
Em primeiro plano, é válido destacar que tal problema possui diversas causas.A neurocientista Suzana Herculano-Houzel, ao se mudar para uma instituição de ciências para o Brasil, diz “ter-se cansado do ambiente que incentiva a mediocridade.” Isso porquê, no Brasil vinvência-se a falta de incentivo à ciência, além, da falta de investimentos em equipamentos de pesquisa.
Devido a esses fatores, o Brasil se torna um país sem desenvolvimento, gerando riscos de uma grande crise futura, já que, ainda lhe falta recursos que promoverão a inovação e ciência.Esta por sua vez, permanece precária, fazendo com que novos ciêntistas continue com o pensamento de encontrar uma melhor oportunidade para si apenas fora do país.
Portanto, providências precisam ser tomadas para garantir uma futura geração brilhante e cheia de esperança. Primeiramente, o Governo Federal é responsável por enviar recursos a universidades e centros de pesquisas ,para que assim, cientistas usem aparelhos da melhor qualidade e se sintam estimulados em seu ambiente de trabalho, gerando inovações e desenvolvimento ao país. O Ministério da educação tem como função incentivar o conhecimento e incentivo de crianças e adolescentes nesse meio profissional. Para que assim, diminua no Brasil o percentual de passagens só de ida, criando uma sociedade avançada, desenvolvida e cheias de cérebros.