Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 20/05/2021

A fuga de cérebros, fenômeno que caracteriza a emigração de pessoas especializadas para fora do país, é uma das piores coisas que uma nação pode enfrentar, por ser completamente o oposto de desenvolvimento, pois para haver aprimoramento nacional, é de suma importância pessoas com um alto grau de estudo. Existem dois grandes motivos para que ocorra este evento: Um ambiente desestimulante para especialistas e uma ascensão acadêmica difícil.

Certamente o Brasil não é um lugar estimulante para pessoas com ensino superior. Além da alta taxa de desemprego, os salários são desmotivadores, e ainda há uma falta de infraestrutura enorme, principalmente em meio cientifico, o qual há baixo investimento do estado mesmo que a nação seja portadora de uma das maiores faunas e floras do mundo, cujo é algo essencial e impulsionador de pesquisas devido o seu grande potencial de pesquisa.

Ademais, o país é um lugar de difícil acesso a um ensino de qualidade, isso dificulta e muito a chegada de novos “cérebros” no mercado de trabalho. Essa dificuldade somada à desvalorização da mão de obra, força pessoas com alto grau de estudo a sair do país, pois é sua única forma de ter uma qualidade de vida melhor e de se inserir na sua zona de oficio com melhor infraestrutura e eficiência.

Portanto, visto os fatos citados acima, é necessário que o governo juntamente com o ministério do desenvolvimento regional melhore tanto a infraestrutura quanto a remuneração da mão de obra especializada, sendo esta melhoria inicialmente financiada pelo dinheiro público, e futuramente pelo próprio setor, que após tal investimento gerará mais lucro. Com isso será possível mitigar a fuga de cérebros, uma vez que valorizados e em um espaço de trabalho acolhedor, não será necessária a emigração.