Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 13/09/2021
A partir da Revolução Industrial, houve uma valorização das pesquisas, pois de acordo com a nova ótica da economia, pesquisa científica geram tecnologias, a qual geram dinheiro que por sua vez é investido em pesquisas. Todavia, o cenário alarmante, brasileiro, de fuga de cérebros, evidência o fato de que o país encontra-se míope para tal ciclo vicioso da economia. Tal problemática, se deve a desvalorização do conhecimento científico o qual tem como consequência a queda da economia brasileira.
Sob esse viés, é importante ressaltar o contexto de sucateamento do conhecimento. Isso por que, a ciência não é valorizada no país, haja vista que o governo destina uma verba efêmera para as universidades públicas- local onde é localizada a maior parte das pesquisas científicas. Tal fato alarmante, acarreta na fuga de cérebros - emigração da mão de obra qualificada para um país em que se valoriza e subsidia à ciência. Esse fato, pode ser analisado na saída do influenciador e economista Gil, pois sua pesquisa foi financiada por um país do exterior.
Ademais, como consequência desse cenário caótico supracitado a economia do Brasil tende a se desvalorizar. Visto que, a nova visão econômica mundial preza a tecnologia, a qual origina-se a partir de pesquisas como alicerce do desenvolvimento do PIB -Produto Interno Bruto de um país. Entretanto, uma vez que há, no Brasil, uma constante diáspora, das mentes pensantes, a criação de tecnologia tende a cair. Dessa forma, o cenário futuro, do continente brasileiro, assemelha-se ao período colonial em que o país apenas exportava commodities.
Desse modo, um Ministério da Economia deve acabar com o sucateamento da ciência. Isso deve ser feito por meio da destinação de no mínimo 5% do PIB brasileiro, para o setor de pesquisas das universidades públicas, para que eles possam desenvolver suas pesquisas no país. Com essas medidas, objetiva-se diminuir a fuga dos cérebros e adaptar-se a nova ótica econômica.