Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 31/08/2021
Em meio às novas questões da modernidade, o debate acerca dos desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil vem ganhando força. A falta de oportunidades e também a procura por uma melhor qualidade de vida, são fatores que impulsionam jovens a emigrar para outros países em busca de uma vida profissional melhor. Dessa forma, ações colaborativas devem ser tomadas com o intuito de sanar os entraves.
Em primeiro plano, é lícito postular a falta de oportunidades de empregos como um fator impactante na fuga de cérebros. Em uma pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice de desemprego no trimestre de fevereiro a abril de 2021 se manteve em 14,7%, o maior já registrado pelo instituto. Por conseguinte disso, muitos jovens brasileiros optam por procurar novas oportunidades em países desenvolvidos, em que esta é bem menor. Frente a esse panorama, é necessário uma mudança de mentalidade em relação à situação.
Em segundo plano, destaca-se a procura por uma melhor qualidade de vida como outro fator que afeta a procura da fuga de cérebros. A desvalorização de profissões no Brasil é evidente em todos os setores do mercado de trabalho, principalmente o educacional. Com isso, muitos jovens recém-formados procuram melhores oportunidades de emprego em outros países, com o intuito de obter melhores salários e melhores qualidades de vida. Nota-se, então, a necessidade de uma mudança de mentalidade para mitigar o problema.
Diante do exposto, faz-se a necessidade de enfrentar os desafios referentes ao combate à fuga de cérebros no Brasil. O Governo, autoridade governante, deve por meio de criação de cargos de emprego que necessitem de formação acadêmica, a fim de diminuir o desemprego e aumentar as oportunidades. Outrossim, as empresas e o governo, devem valorizar mais as profissões com remunerações justas, a fim de aumentar a procura e diminuir a emigração para a procura de emprego.