Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 31/08/2021

A fuga de cérebros, que é a saída de cientistas do país por preferirem realizar suas pesquisas no exterior, está cada vez mais presente. Segundo uma reportagem da Folha de São Paulo, os EUA são os mais procurados pelos brasileiros. Tal ocasião ocorre principalmente pelo fato de o país apresentar boas condições aos pesquisadores. Assim, o medo do desemprego ou interrupção de bolsas e a falta de ajuda e incentivo são os principais fatores que provocam a saída desses brasileiros do país.

O fato de o Brasil ser um país com o desemprego fortemente presente, é um fator que preocupa esses cientistas quanto às suas futuras carreiras, preferindo, portanto, trabalhos no exterior. Ademais, o baixo valor salarial e a possibilidade de interrupção de bolsas, também são fatores que influenciam nesta escolha.

Além disso, há a falta de ajuda e incentivo por parte do governo para esses pesquisadores. Segundo Suzana Herculano-Houze, uma neurocientista que deixou o país para procurar melhores oportunidades no exterior, ela muitas vezes já precisou usar seu próprio dinheiro para bancar as pesquisas por causa da falta de subsídios Estatais. Dessa maneira, se torna necessário a mudança da opinião do governo para tais ocasiões não continuarem acontecendo

Devido a tais acontecimentos, é necessária uma mudança de postura por parte do Estado. Ele deve se preocupar mais com a questão, e começar a oferecer mais ajuda e incentivo aos pesquisadores, através de subsídios e bancando as suas pesquisas. Somente isso fará esses pesquisadores continuarem realizando seus trabalhos no país. Com isso, após essa medida ser tomada o número de cientistas que deixam o país começará a abaixar