Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 04/11/2021
Em países mais favoráveis à ciência, a busca por melhores oportunidades profissionais, só aumenta o número de migração/ imigrações de talentos, o que é chamado de “brain drain”. Em contrapartida, o Brasil, por não cultivar o desenvolvimento desses “cérebros”, acaba por perdê-los para outras instituições estrangeiras.
Dessa forma, gênios acabam migrando-se. A exemplo de João Vasconcelos, formado em Medicina, mudou-se para os Estados Unidos para fazer seu mestrado na universidade de Yale. Inclusive, ele ganhou uma bolsa de estudos e passagem gratuita. Por outro lado, no Brasil, Vasconcelos teria que desembolsar cerca de R$: 60.000, em seu curso.
Por exemplo, a NASA (situada nos EUA), busca por ano, estagiários para estudarem e/ou trabalharem em sua sede. A fim de procurarem por pessoas extremamente inteligentes, eles escolhem pessoas estrangeiras.
Em suma, os governos (federal e/ou estadual) devem investir mais nas instituições (federais e/ou estaduais) e incentivar as universidades privadas a cultivar o desenvolvimento desses gênios. Por meio da disponibilização de bolsas de estudo, concursos e premiações. Assim, as pessoas se sentiriam mais motivadas e realizadas, com o intuito de não perdê-los para países que valorizam à ciência. Além do mais, que deixando esses gênios saírem do país, é uma grande perda para o próprio, pois pessoas inteligentes e com oportunidades de estudar, tende a ser de grande valor em todos os aspectos.