Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 07/11/2021
O Brasil tem apresentado uma queda grande no número de pesquisadores e cientisas no país, segundo a UNESCO, o Brasil possui cerca de 700 pesquisadores por milhão de habitantes, enquanto os Estados Unidos possui 3.900. Evidencia-se, portanto que há diversas problemáticas nas pautas ligadas à ciência e tecnologia, dentre elas a redução de investimento nas pesquisas científicas e a fuga de cérebros no Brasil.
A porcentagem de investimentos do PIB brasileiro em ciência é inferior à mèdia mundial, atualmente o Brasil destina cerca de 1,15% de seu PIB em pesquisa e desenvolvimento, enquanto os Estados Unidos, Japão e Alemanhã investem de 2,8% à 3,4% dos seu PIB, tais países são considerados bem desenvolvidos e com a economia em maior crescimento, ou seja quanto mais investimento em pesquisas, mais retorno a economia e o país terá.
Convém salientar que a queda de orçamento em pesquisas cientificas gera diversas outras problemátias, como a fulga de cérebros no Brasil. Brasileiros tem optado continar seus estudos no exterior, a fim de terem reconhecimento profissional, terem mais recursos, oportunidades e incentivos em suas pesquisas, além de uma melhor condição financeira. Essa perda intelectual apresenta grande impacto no país, como a escassez de cientistas qualificados, por consequência, impactos de médio e longo prazo poderão ser notados em diveras áreas, desde a saúde até a economia. Sem inovação, a tendência da economia é desacelerar, o que pode, futuramente levar a uma crise econômica.
Fica claro, portanto que as dificuldades no combate à fuga de cérebros no Brasil são diversas. Para que essa problemática seja interropida é preciso do investimento do governo em inovação e pesquisa da ciência para o desenvolvimeto científico e tecnológico, a fim de que os pesquisadores tenham oportunidade de desenvolver suas pesquisas. Tal feito pode ser feito, por meio de investimento gradual.