Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 07/11/2021
O Brasil possui grandes nomes que o representa intelectualmente, seja na ciência, na sociologia ou até mesmo na arte, mas isso não impede a fuga de cérebros no Brasil, que tem se tornado um desafio para se combater e é notório que um dos motivos geradores deste desafio, é a falta de investimento, valorização e estímulo na aprendizagem brasileira que provoca a falta de oportunidades do surgimento de novos profissionais aptos para gerar mudanças no país.
Conforme o programa Pisa, que avalia o desenvolvimento educacional de diversos países, o Brasil está entre os mais baixos no ranking mundial, nas três áreas avaliadas, leitura, matemática e ciência. O que não é de surpreender, considerando o histórico das taxas dos estudantes do Brasil, onde quase metade não chega nem ao nível básico. Esses resultados que o país vem tendo, é fruto de diferentes falhas, em diversas áreas da aprendizagem. Todavia, estes lapsos iniciam-se, no pouco investimento e importância dada para a pedagogia do país.
A soma de um ensino desqualificado e a escassez do valor que é devido aos profissionais no Brasil, resultam na desmotivação do corpo dicente, em seguir profissões mais complexas, como a ciência, por exemplo. Tudo isso faz com que, os estudantes vejam como uma escolha melhor, se refugiar intelectualmente em outros países que possam oferecer o que é necessário para seu desenvolvimento didático.
Em suma, urge que haja um aumento, não só econômico, mas também de diligência na aprendizagem brasileira, por meio do Ministério da Educação (MEC). É mister, que essa providência seja tomada de forma minuciosa, por meio de reuniões do MEC, para retomar cada ponto da aprendizagem, que possui falha e analisar uma forma eficaz de solucionar o problema, entre estes problemas, podemos citar, o uso de métodos de ensino ultrapassados e a carência de condições materiais em regiões pobres.