Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 04/12/2021

A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6° o direito à educação. Conquanto, tal prerrogativa não se tem reverberado no que tange à fuga de cérebros, observa-se essa situação por causa dos baixos índices de investimentos em educação de qualidade e pessoas que  recorrem a outros países fugindo desse estudo passivo.

Em primeiro lugar, é importante destacar que o Brasil enfrenta diversos problemas na educação. Segundo a série ‘‘Segunda Chamada’’, revela os desafios na educação básica, isto é, a falta de recursos como os livros e um ensino didático. Desse modo, em uma era digital não se tem o básico que são os livros e muito menos o acesso à tecnologia em conjunto com a aprendizagem. Assim, a educação desde a base torna-se atrasada em comparação com os outros países.

Ademais, para que o país cresça em pesquisas é necessário o investimento na lógica e estudo prático. De acordo com o educador Paulo Freire, a educação deve ser Transformadora, ou seja, sair do método passivo atual, no qual o aluno não participa ativamente e dar a oportunidade dele descobrir e pesquisar. Logo, para que os profissionais fiquem e estudem no Brasil é preciso que haja recursos desde a educação básica até nas universidades.

Portanto, é mister que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Assim, urge que o Ministério da Educação deve criar projetos de pesquisas desde a educação básica até nas universidades, por meio de um projeto de lei a ser entregue à Câmara dos Deputados. Nele deve constar os equipamentos disponibilizados e a capacitação dos profissores para um estudo mais prático, a fim que o problema da fuga de cérebros diminua e os pesquisadores possam desenvolver seu estudos no país.