Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 17/04/2022
No filme “Diários de um intercâmbio” é possível notar que há uma crítica ao sistema educacional pelos jovens e sua família, por meio de buscas no exterior para obterem mais oportunidades e uma boa qualidade de ensino. Não diferente desse pensamento, encontra-se os profissionais, que se deparam com muitas dificuldades para realizarem suas pesquisas e conseguirem ter acesso a verbas pelo governo.
Primordialmente, é preciso entender que o desenvolvimento científico é uma das chaves para a soberania nacional ser encarada como um investimento, porém para os brasileiros é considerado como prejuízo. Assim, pode-se entender a frase do cientista brasileiro Gustavo Monteiro Silva: “É como conseguir um patrocínio quando já se é campeão olímpico; é importante, mas precisamos de apoio para desenvolver os jovens talentos”, ele por experiência no país, já sabe os obstáculos enfrentados pela falta de apoio do governo nas questões de envolvimento econômico e emocional.
Ademais, essa “tentativa” de fuga só ocorre pelo fato dessas mentes brilhantes quererem ter oportunidades para ter mais acesso em congressos e chances para ganharem mais reconhecimento científico. Também, outro fator de extrema importância é que a ciência proporciona aos indívudos de uma sociedade cura para doenças, como exemplo mais recente, as vacinas para a Covid-19 que fizeram ser opcional o uso das máscaras, assim quando as pesquisas não são priorizadas e incentivadas quem sofre são os cidadãos.
Portanto, são necessárias atitudes que visam acabar com os problemas enfrentados pelos cientistas. Desse modo, a fim de apoiar a evolução tecnológica, o governo deveria investir mais nas universidades que colabaram para as pesquisas, aumentando as verbas e realizando mais congressos para um melhor reconhecimento dessas pessoas capacitadas. Dessa maneira, o Brasil não seria conhecido por “fuga de cerébros” e sim por “mentes talentosas”.