Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 13/05/2022
Pode-se afirmar que, em razão da desvalorização do conhecimento e dos profissionais acadêmicos, o Brasil sofre de uma grande diáspora de cérebros. Apesar da produção de conhecimento no país, esse acaba por ser exportado para nações mais desenvolvidas. Portanto, os baixos investimentos somados ao mínimo mercado de trabalho para a área incentivam a perda de pesquisadores e outros talentos para lugares mais favoráveis à ciência.
No início de 2022, o governo sancionou o orçamento para o ano, no qual o Ministério da Educação sofreu o segundo maior corte de verbas. Logo, é perceptível a falta de incentivo social e financeiro para a área de pesquisa e desenvolvimento.
Outro desafio, é a inexpressividade da nação na produção de tecnologia de ponta, caracterizada pela produção de bens primários desde o período colonial. Nessa situação, a imigração para países desenvolvidos se torna ainda maior, diminuindo assim cada vez mais a capacidade produtiva do país.
Dessa forma, pode-se notar as consequências negativas que a perda de trabalhadores especializados traz ao Brasil. Assim, é essencial a introdução da nação no mercado técnologico, por meio de verbas federais e vagas para os recém-formados no país; permitindo um lugar para a nação verde amarela no mercado global.