Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil
Enviada em 26/08/2021
O progresso é impossível sem mudanças." Essa máxima atribuída a Bernard Shaw, exprime a importância da transformação quanto ao desenvolvimento da nação. Nesse contexto, alterações são necessárias no que tange aos desafios no combate à pobreza mestrual no Brasil, atingindo mulheres brasileiras e dificultando o cotidiano delas. Essas necessidades tornam-se evidentes não só devido a distribuição precária de equipamentos necessários, mas também a falta de representação feminina dentro de espaços políticos.
A princípio, a Constituição Federal de 1988 afirma que todos os cidadões brasileiros têm direito a saúde, porém, tal compromisso não se vêm aplicando quando nos referimos as mulheres. Segundo uma pesquisa realizada pela empresa Always em parceria com a Toluna, uma em quatro mulheres já faltaram a escola por não ter dinheiro suficiente para comprar absorvente no seu período mestrual, que ocorre mensalmente.
Vale salientar que a falta de visibilidade feminina em espaços políticos dificulta a resolução dos problemas enfrentados pelas mulheres. As escolas não recebem verba para distribuição de absorventes, no qual afeta milhares de estudantes. A ONG “Girl Power”, que é composta apenas por mulheres, realizaram protestos para que o poder Legislativo criem leis com o propósito de melhorar as condições femininas no Brasil, porém, quando ouvidas, foram contrariadas por políticos homens que afirmaram, não ser um problema de grande importância.
Desta forma, urge alencar medidas práticas para que, de fato, a sociedade brasileira possa alcançar o progresso, conforme sustentara Bernard Shaw. Logo, em relação aos desafios no combate à pobreza mestrual no Brasil, cabe ao poder Legislativo criar leis que favoreçam as mulheres brasileiras, disponibilizando verba para a distribuição de objetos essências femininos. Desse modo, almeja-se a inclusão das mulheres na
sociedade de forma segura e justa.