Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil
Enviada em 24/09/2021
Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito a educação, saúde, segurança e ao bem-estar social, outrossim, o Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH), reforça esse direito para ajudar todas as mulheres no combate à pobreza menstrual no Brasil, em que assegura que a população feminino desfrute de seus direitos, com leis a favor da distribuição gratuita de absorventes às necessitadas. Conquanto, pode-se perceber, que há um grande impasse relacionado ao tema, visto que milhares de meninas e mulheres são prejudicadas com a falta desses produtos básicos de higiene em escolas, penintenciárias, periferias, entre outros. Situação essa devido a fatores como individualismo e Ineficiência do Estado.
Em primeiro lugar, o individualismo é um dos motivos do aumento dos índices da pobreza menstrual no Brasil. Dessa forma, a ignorância da população em ocultar essa questão social e a falta de atitude em combater a ausência de produtos básicos de higiene é comum e aumenta-se com frequência no país. De acordo com o site cnnbrasil, mais de 4 milhões de meninas, sofrem com a falta de absorventes e sabonetes em escolas, e assim, muitas delas deixam de frequentar as aulas. Situação essa que podem prejudicar o aprendizado das alunas e consequentemente sua evolução. Nesse contexto, mostra-se evidente que o problema precisa ser superado, uma vez que o mesmo esta afetando a vida acadêmica dos cidadãos.
Faz-se mister, ainda, salientar que um dos grandes causadores do problema esta relacionada com a negligência governamental, no qual, pode-se perceber, que existe a fragilidade constitucional em que fortalece a má distribuição de recursos e intensifica a excasses de produtos básicos de higienes, ligada a pobreza menstrual, pela falta de estrutura governamental em que permite a inaplicabilidade das leis e a ineficácia tentativa das resoluções sociais. De acordo com o sociólogo Zygmunt Bauman, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é a característa da ‘‘modernidade líquida’’ vivida no século XXI. Diante de tal contexto, mostra-se evidente análise para a problemática.
Infere-se portanto, que o problema precisa ser resolvido. A começar, cabe ao Estado, por meio de verbas, melhorar as condições de saúde e higiene das meninas e mulheres em escolas, penintenciárias
,periferias e em postos de saúde do Brasil. Um exemplo seria a distribuição gratuita de absorventes, e outros produtos necessários para a higiene pessoal. Ademais, o Estado e o CNDH, mediante da mídia e das redes sociais, divulgar propagandas e campanhas de conscientização sobre tal tema, incentivando a população a apoiar a causa e contribuir para a distribuição dos produtos,e consequentemente promovendo a empatia entre todos. Dessa forma o Brasil pode superar o problem.