Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Enviada em 02/09/2021

É notório, que a pobreza menstrual está grandimente presente no Brasil e com vários desáfios para combater essa problemática. A falta de direcionamento de verba e a desigualdade social são dois impasses que dificulta a resolução do problema em questão. Desse modo, é urgente a reversibilidade do cenário em questão.

Diante desse cenário, o Art. 196 da Constituição Federal do Brasil diz: " A saúde é direito de todos e dever do estado". Todavia, na pratica é diferente, o estado não dá assistencia em iténs básicos e adequados para as mulheres usarem em seus períodos menstruais. Sendo assim, as mulheres de baixa renda e de situações de rua por não terem como compra absorventes, pegam pedaços de panos velhos, papel higiênico e jornais e colocam na vagina como formar de deter o sangue. Por ser matériais impróprios e com bactérias faz com que ocorre infecções e com isso gerandos problemas para a saúde do ser feminino.

Outrossim, por as mulheres não ter condições de comprar absorventes e muitas das vezes não terem água canalizada elas deixam de ir para a escola nos dias de período menstrual, pois não tem como conter o sangue ou até mesmo com medo do sangue vaza e suja a roupa. Nesse contexto, uma pesquisa feita pela a cnnbrasil mostrou que o número de mulheres negras sem iténs de cuidados menstruais é três vezes maior que as brancas.

Portanto, cabe o Ministério da Saúde em parceria com o SUS(Sistema Único de Saúde), desenvolver um projeto para a distribuição de absorventes em postinhos e fazendo mapeamento das regiões mais carentes para fazer entregas de kits de higiênie menstrual, por meio, de direcionamento de verbas atráves do Tribunal de Contas, com a finalidade, de garanti a saúde e bem-estar da população  brasileira como prevê a Constituição Federal e também no intuito de diminuir a desigualdade social.