Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil
Enviada em 31/08/2021
Jean Paul Sartre filósofo Francês, defendeu a ideia de que o homem está condenado ao direito de saúde básica e que não a barreira social, psicológica o histórica que posso ofuscar isso. Tomando como norte a máxima do autor, compreende-se que tal ideal é falho na sociedade hodierna quando se coloca em foco a pobreza menstrual, fazedo com que muitas mulheres não tem acesso a itens básicos como o absorvente durante a menstruação e muitas vezes crianças faltam a escola no período menstrual.
Inicialmente infere-se que se problemática também está presente no Brasil, haja vista que a maior parte da população é de baixa renda. Desta maneira, um simples absorvente descartável pode ser muito caro para essas pessoas, fazendo com que acabem procurando outros meios mais baratos, como folhas de papel ou pedaços de pano para absorver o fluxo menstrual, maneiras pouco higiénicas.
Ademais, é fundamental apontar que durante a menstruação muitas crianças não vão à escola.Segundo o ibge, 15% das crianças que menstruam faltam escola durante o período menstral por não terem acesso a itens básicos e higiênicos, como coletor menstrual, para conter o sangue. Logo é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Faz-se indubitável portanto, medidas para combater a pobreza menstrual. O Estado deve por Ministério da Saúde, distribuir itens de higiêne básica para a menstruação, como o absorvente ou coletores menstruais. Juntamente com o Ministério da Educação, fazendo palestras em escolas do ensino básico, tanto públicas como privadas, focando em crianças e adolescentes para conscientizá-las sobre o assunto. Espera-se com isso construir uma sociedade mais igualitária.