Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Enviada em 07/09/2021

Segundo Hobbes, matemático, “O estado é responsável por garantir o bem-estar da população”. Todavia, a pobreza menstrual no Brasil, hodiernamente, destrói essa consonância, pois muitas adolescentes sofrem durante o período menstrual. Ora pela falta de informação sobre esse período, ora por problemas financeiros para comprar absorvente ou outros meios de higiene. Nessa conjuntura, convém avaliar os principais pontos que levam à constância do problema.

Primeiramente, de acordo com Epcteto, filosófo, “Só a educação liberta”. Logo, a ausência de ensino sobre o ciclo menstrual constribui para à persistência do problema, consequantemente, muitas adolescentes entram na menarca sem os conhecimentos mínimos, ou seja, qual o motivo desse acontecimento, o que muda, duração e principalmente os cuidados. Além disso, não buscam ajuda, pois sentem-se envergonhadas frente à existência de preonceitos e tabus sobre o assunto. Com isso, percebe-se à importãncia do esclarecimento acerca do período menstrual para todos os cidadãos, especialmente as meninas.

Outrossim, é válido ressaltar que, conforme Bismark, político, “A política é a arte do possível”. De maneira análoga, a ausência de políticas públicas vai de enconstro à política Bismarkiana, dado que a falta de investimentos para combater a pobreza menstrual é inexistente, por conseguinte, muitas adolescentes faltam aula ou utilizam meios inadequados no período mesntrual, posto que não possuem meios para obterem absorventes, coletores menstruais e tampões íntimos. Nessa conjuntura, percebe-se que a falta de políticas públicas prejudicam à educação, a saúde e o bem-estar das meninas.

Em suma, são necessárias medidas que atenuem a pobreza menstrual. Portanto, cabe ao Ministério da Saúde e ao Ministério da Educação fazer uma campanha nacional nas escolas, para informa e esclarecer aos adolescentes sobre ciclo menstrual entre outros assuntos pertinentes a esse público. Por meio de reuniões, gincanas e grupos de discurssão, divulgando essas atividades nas principais mídias sociais, rádio e TV, com o intuito de ser sabido por todos da sociedade, além disso, devem ser realizadas com horários flexíveis para o comparecimento dos pais e todos da região, onde professores e profissionais de saúde irão esclarecer as principais dúvidas sobre o período menstrual e sua importâcia. Desse modo, será exclarecido preconceitos e tabus. Ademais, cabe as secretarias de saúde identificar adolescentes e mulheres em situação de vulnerabiliadade social, a fim de distribuir absorventes, tampões íntimos e coletores menstruais. Como resultado, teremos uma sociedade mais esclarecida e meninas mais preparadas, pois o estado estará trabalhando com o próposito  de garantir o bem-estar de toda população