Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Enviada em 12/09/2021

O romance filosófico “Utopia”-criado pelo escritor inglês Thomas Morus no século XVI - retrata uma civilização perfeita e idealizada, na qual a engrenagem social é altamente segura e desprovida de conflitos e problemas. Tal obra ficticícia, mostra-se distante da realidade contemporânea no tocante à pobreza mesntrual, problema ainda a ser combatido no Brasil. Esse panorama lamentável ocorre não só em razão da desigualdade social, mas também do desconhecimento da importância da higiene menstrual.Desse modo, torna-se fundamental a análise dessa conjuntura para reverter esse quadro.

Nessa linha de raciocínio, é primordial destacar que a carência de investimentos em relação a desigualdade social deriva da ineficácia do Poder Público, no que concerne à criação de mecanismos, os quais coíbam tais recorrências. Sob a perspectiva do filósofo contratualista John Locke, o Estado foi criado para assegurar os direitos fundamentais dos indivíduos e de relações harmônicas.Entretanto, é notorio o rompimento desse contrato no cenário hodiemo brasileiro , visto que, devido à baixa de atuação das autoridades , já que o Brasil encontra-se em  uma sociedade segregada, em que não são todos que detêm da compra de absorventes. Percebe-se então o quanto a desigualdade social é vigente na sociedade contemporânea. Destarte, fica evidente a ineficiência da máquiana administrativa na resolução dessa situação caótica.

Além disso, a carência do desconhecimento da importância da higiene menstrual apresenta-se como outro desafio da problemática.De acordo com a senadora Zenaide Maia treze a cada dez da população vive com menos de R$ 246 reais por mês. Tal conceito abordado é materializado no Brasil, haja vista que não são todos que tem a condição de comprarem absorventes em todo ciclo menstrual, sendo assim, utilizam sacolas de mercado, por exemplo, para conter o fluxo de sangue, podendo ocorrer infecções por bactérias,  já que esse objeto não é de uso para reprimir o fluxo sanguíneo.Logo, tudo isso retarda o combate aos desafios à pobreza menstrual no Brasil, já que a falta de conheciemnto sobre a higiene mestrual contribui para a perpetuação desse quadro deletério.

Infere-se, portanto, a necessidade de mitigação dos entraves em prol da diminuição da problemática. Assim , cabe ao Ministério da Saúde realizar mudanças, disponibilizando absorventes gratuitos em postos de saúde para mulheres que não portem condição de comprar absorventes. Essa ação será veiculada pelas redes sociais, já que atingem um maior número de pessoas em um curto período tempo.Com isso irá tarzer bons efeitos na sociedade, especilamente para as mulheres que sofrem muito com esse impasse. Concretizando assim a “Utopia” de Morus na sociedade brasileira.