Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Enviada em 07/09/2021

O jornalista Gilberto Dimenstein, ao produzir a obra “Cidadão de Papel”, afirmou que a cosolidação de uma sociedade democrática exige a garantia de direitos fundamentais de um povo. No entanto, tal prerrogativa não tem se reverberado na prática quando se observa o combate à pobreza menstrual no Brasil. Com efeito, é imprescindível  enunciar o aspecto sociocultural e a negligência estatal como pilares fundamentais da charga.

Em uma primeira análise, torna-se evidente do fator sociocultural. Sob tal perspectiva, é oportuno assinalar que, conforme o pensador Émile Durkheim, a sociedade deve ser analisada de maneira crítica e distanciada do senso comum. Nesse sentido, a proposta do sociólogo pode ser aplicada quando se analisa que o indivíduo, sem acesso a absorventes, sofrerá não somente com a falta de higiene mas com a exclusão social, ele ficará os dias do ciclo menstrual imobilizado de suas relações e serviços socias.

Ademais, é cabível pontuar que a falta das leis corrobora com a persistência da vicissitude. A esse respeito, o filósofo grego Aristóteles afirmou que o objetivo da política é promover a vida digna aos cidadões. Nessa lógica, a conjutura vigente contrasta o ideal aristotélico, posto que não oferece absorventes e coletores aos mais necessitados, que não possuem condições para tais iteins de higiene, desde a escolas e presidíos. Assim, medidas precisam ser tomadas pelas autoridades competentes, a fito de atenuar os revés.

Infere-se, portanto, que problema abordado necessita ser solucionado. Logo, o Ministério da Saúde crie a distribuição gratuita do absorventes de coletores nas escolas, presidíos e postinhos, por meio de investimentos estatais. Eles estarão de forma gratuita para todos que possuem utero possam utilizam. A fim de, um país mais acessível a todos . Desse modo, a obra de Dimenstein será concretizada.