Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Enviada em 20/10/2021

Em tempos retroativos, a grande maioria das mulheres sangravam nas suas próprias roupas, em períodos depois, as mulheres usavam panos, esses panos era lavados e reutilizados.

Essa realidade ainda continua persistindo, seja pela escassez da infraestrutura , ou pela insuficiência governamental.

Primeiramente, a pobreza menstrual é vista como um problema de saúde pública, sendo pela falta de acesso a água, saneamento básico ou pela desigualdade social.

Mulheres de baixa renda e situação de rua não tem condições de adquirir produtos de higiêne, muitas dessas mulheres tem que escolher, entre comprar comida ou absorventes, situação que não deveria haver escolha, porque são duas coisas de grande importância e necessidades.

As mulheres que usam absorventes tem a despesa de pelo menos 6.000 durante todo o seu período fértil. Esse valor falta em muitos bolsos de mulheres de baixa renda ou em vulnerabilidade, muitas adolescentes ficam sem frequentar escolas no período menstrual, pelo simples fato de não ter absorventes para usar. Assim, esse problema intríseco a sociedade deve ser debatido.

Consequentemente, as mulheres que sofre com pobreza menstrual, acaba adiquirindo poblemas mentais e pisicológicos pelo simples fato da carga mental que cada uma carrega, outro problema é o alto risco de terem doenças, como a infecção urinárias, pela falta de higiêne, assim como muitas usam panos, outras ficam reutilizando absorventes descartáveis, isso é uma realidade desumana, e contribui para desigualdade entre homens e mulheres, principalmente em relação as meninas que faltam na escola por estarem menstruadas e acabar ficando prejudicadas no desempenho escolar. Dessa forma, esse problema não tem atenção merecida pela sociedade e deve ser analizado.

Portando, é imperativo que o Ministério da saúde e o Ministerio da Educação, por meio de criação de políticas públicas, que contemplem a democratização ao acesso à informações sobre menstruação de uma forma saudável  e positiva e também contemplar criações de projetos que assegurem o produto de higiêne menstrual como um direito básico, e o reconhecimento da probreza menstrual como problema de saúde pública. Dessa forma, será possível garantir a assistência necessária para essas mulheres e adolescentes.